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GRIPE SUNA: PREVINA-SE
31-07-2013

É uma doença respiratória aguda (gripe), causada pelo vírus A (H1N1). Este novo subtipo do vírus da influenza é transmitido de pessoa a pessoa principalmente por meio da tosse ou espirro e de contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas.

RECOMENDAÇÕES

• Lavar as mãos frequentemente com água e sabão, especialmente depois de tossir ou espirrar.
• Ao tossir ou espirrar, cobrir o nariz e a boca com um lenço, preferencialmente descartável.
• Evitar locais com aglomeração de pessoas.
• Evitar o contato direto com pessoas doentes.
• Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal.
• Evitar tocar olhos, nariz ou boca.
• Em caso de adoecimento, procurar assistência médica e informar história de contato com doentes e roteiro de viagens recentes às áreas afetadas.
• Não usar medicamentos sem orientação médica.
• Usar máscaras cirúrgicas descartáveis durante toda a permanência em áreas afetadas. Substituir as máscaras sempre que necessário.

FATORES DE RISCO

Gestantes; pacientes com doença crônica pulmonar, cardiovascular, renal, hepática, hematológica, neurológica, neuromuscular, metabólica (incluindo obesidade e diabetes); imunodeprimidos (SIDA; transplantados e tratamento crônico com
imunossupressores); idade - 2 anos ou 60 anos.

SAIBA MAIS SOBRE O ASSUNTO

* Qual a diferença entre a gripe comum e a Influenza A (H1N1)?
Elas são causadas por diferentes subtipos do vírus Influenza. Os sintomas são muito parecidos e se confundem: febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza. Por isso, não importa, neste momento, saber se o que se tem é gripe comum ou a nova gripe. A orientação é, ao ter alguns desses sintomas, procure seu médico ou vá a um posto de saúde. É importante frisar que, na gripe comum, a maioria dos casos apresenta quadro clínico leve e quase 100% evoluem para a cura. Isso também ocorre na nova gripe. Em ambos os casos, o total de pessoas que morrem após contraírem o vírus em todo o mundo é, em média, de 0,5%.

* Quando eu devo procurar um médico?
Se você tiver sintomas como febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza, procure um médico ou um serviço de saúde, como já se faz com a gripe comum.

* O que fazer em caso de surgimento de sintomas?
Qualquer pessoa que apresente sintomas de gripe deve procurar seu médico de confiança ou o serviço de saúde mais próximo, para receber o tratamento adequado. Nos casos de agravamento ou de pessoas que façam parte do grupo de risco, os pacientes serão encaminhados a um dos hospitais de referência.

RECOMENDAÇÕES AOS SERVIÇOS DE SAÚDE - INFLUENZA A(H1N1)

1. Serviços de saúde:
·Uma vez atendida a definição de caso suspeito, encaminhar para o hospital de referência para manejo clínico e coleta de amostra, conforme estabelecido no “Protocolo de Procedimentos para o Manejo de Casos e Contatos de Influenza A(H1N1)”.
Link: SVS:
http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/protocolo_procedimentos_versao403062009.pdf

Anvisa: http://www.anvisa.gov.br/hotsite/influenza/orientacao.htm
· Notificar imediatamente os casos suspeitos (conforme Portaria SVS/MS - No.05/2006) à Secretaria de Saúde Municipal e/ou Estadual

§ A Secretaria Estadual de Saúde então executará notificação eletrônica ao Ministério da Saúde via SINAN Influenza A (H1N1) por meio do link já
disponível: http://portalweb04.saude.gov.br/influenza/default.asp .

2. Secretarias Estaduais de Saúde (SES)
·Manter os hospitais de referência para Influenza, prontos e equipados para assistência aos casos.
·Designar inicialmente uma ambulância do SAMU ou outra ambulância para transporte de pacientes.
·Os dois tópicos acima devem obedecer rigorosamente os critérios de biossegurança
· Adotar o “Protocolo de Procedimentos para o Manejo de Casos e Contatos de Influenza A(H1N1)” (ver item V).

1.Portos, aeroportos e fronteiras (PAF):
· Intensificar a vigilância de casos suspeitos em todos os meios de transportes internacionais: aeronaves, embarcações e veículos terrestres de transporte coletivo de passageiros conforme protocolo disponível nos links a seguir:

§ Protocolo de Portos, Aeroportos e Fronteiras (PAF)

SINAIS DE ALERTA

Presença de pelo menos um dos critérios a seguir:

Taquipnéia (crianças: até 2 meses: FR>60 irpm; >2m e <12m: >50 irpm; 1 a 4a: >40irpm; > 4 anos FR >30irpm; adultos: FR >25irpm);
Desidratação;
Batimento de asa de nariz; tiragem intercostal, cornagem; convulsões;
Agravamento dos sinais e sintomas iniciais (febre, mialgia, tosse, dispnéia);
Alteração do estado de consciência;
Queda do estado geral;
Alteração dos sinais vitais: hipotensão arterial (PAD<60mmHg ou PAS<90mmHg); FC elevada (>120bpm);
Febre (T>38graus) persistente por mais de 5 dias;
Oximetria de pulso: sat O2<94% (somente se disponível na unidade);
Crianças: Cianose; incapacidade de ingerir líquidos ou qualquer um dos sintomas anteriores.